Entender o assunto escolhido para o texto inicial do blog é condição sine qua non para a construção de uma base sólida nos primeiros anos da vida do Atleta.
Os pais ocupam o papel de patrocinadores, torcedores, além do próprio poder pátrio inato. Essa realidade é diferente da preconizada por alguns treinadores que buscam o maior afastamento possível das figuras paternas.
No que se refere ao papel de patrocinadores. São poucas as políticas públicas no Brasil que oferecem esporte gratuito e de qualidade. Dessa forma, os pais arcam com os custos de mensalidades, uniforme, transporte, alimentação, custos com inscrições e demais ações que demandem investimento financeiro.
É válido lembrar que todo esse gasto adquire papel de investimento se entendermos os ensinamentos, superações, disciplina, garra e atitudes positivas que podem ser aprendidas através do Esporte.
Em se tratando da natação constatamos que, infelizmente, não possuímos a mesma popularidade de modalidades como futebol, vôlei ou basquete. Pais, mães, avôs, avós, tios e tias acumulam o papel de torcedores dos seus pequenos atletas.
Aliado a esse carinho que envolve amor, vibração e paixão existem também os atributos que exacerbam as características da torcida. São cobrança, raiva e comportamento de massa. O torcedor quer e merece apreciar um bom espetáculo, um bom show esportivo.
Como não poderia deixar de ser mencionado o poder pátrio é o mais absoluto poder possível dentro da construção do Atleta de base. Os pais regularam os horários, as prioridades, a participação ou não nos eventos esportivos.
Ou seja, o nível de compromisso verificado no atleta é diretamente ligado ao nível de orientação que traz de casa.
Pelos argumentos apresentados acima é claro a magnífica importância dos elementos materno e paterno que devem estar totalmente alinhados se desejarem um excelente vivência Esportiva em competições e na vida do seu filho.
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